SARGENTO CARLOS NETO É DENUNCIADO AO MINISTÉRIO PÚBLICO E À CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR

Eu, João Carlos Oliveira da Silva, Guarda Municipal de laranjal do Jarí, sob o comando do Major Adilton, venho congratular esta conceituada Polícia Militar, sob o comando do Major Adamor de Oliveira Gonçalves
No entanto, lamento em informar, que estou denunciando o Militar; Sargento Carlos Neto do 11º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Amapá, por: Calúnia, Injúria, Abuso de poder, Danos morais e Agressão física.
        No dia 23/02/2012, Quinta Feira, por volta das 17:00 hs, estava esperando o ônibus para voltar pra casa, (Assentamento Nazaré Mineiro.) em frente o Comercial Bacana.
       Quando me aproximei de um rapaz que estava em uma moto de cor preta, no qual o mesmo perguntou se eu queria mototáx, falei que sim, mas ele estava com apenas um capacete. Então ele pediu que eu pegasse um capacete que estava em outra moto, ele dizia ser de um amigo que estava dentro do comércio. Então peguei o capacete e ele saiu em direção do bairro Nova Esperança, questionei porque ele estava indo naquela direção, ele disse que iria deixar uma coisa na casa de uma mulher e que depois faria um desvio. No entanto, avistando um mototáx, lavando a sua moto na refrigeração Clintec, chamou-o pelo seu apelido (Guri) e pediu que o mesmo me levasse no Assentamento Nazaré Mineiro, pois ele estava com pressa. Deixando-me com  o Guri, saiu e levou consigo o capacete que mandou eu pegar. Então fui com o mototáx Guri, voltamos pela frente do Comercial Bacana e ele deixou-me na frente de minha casa.
       No outro dia, 24/02, Sexta Feira, ás 8:00 da manhã, o Salgadinho, proprietário do capacete furtado, foi até a onde eu estava trabalhando (Escola Nazaré Mineiro) perguntando pelo Wagner, falei que ele não se encontrava na cidade e que eu era irmão dele. Então ele perguntou-me se eu tinha estado no Comercial Bacana no dia anterior, falei que sim, perguntou se eu teria pego um capacete de cima de uma moto, falei que tinha pego sim, e expliquei porque, (situação já narrada no início deste texto) e imediatamente fui procurar o Salgadinho no Comercial Bacana (local conhecido por Tunica) o mesmo não quis conversa, pois já tinha falado com um amigo SGT da Polícia Militar. Fiquei lá por mais de uma hora, tentando encontrar o mototáx (Guri) que me levou em minha casa naquele dia do ocorrido.
       Depois de uma hora, conseguir entrar em contato com o Guri, o mototáx que me levou em casa, ele contou o ocorrido, mas o Salgadinho disse que não importaria quem tinha furtado o capacete, o importante era ter o capacete de volta.
       Logo depois, entre 9:00 a 10:00 hs da manhã, aparece o amigo do Salgadinho, que se apresentou como SGT GARCIA, que na verdade se chamaSgt Carlos Neto; ele estava acompanhado com outro militar, ambos estavam sem a farda, não estavam de serviço, lembrando que eu estava fardado. Então o Sgt Carlos Neto, pediu para ver a gravação, após ver a filmagem, aí começou as acusações. Entramos em um carro particular na intenção de procurar o mototax pirata, mas apenas foi dada uma volta no quarteirão do Bairro Agreste a onde acusações fortíssimas ocorreram, fui chamado de ladrão por os dois militares, eles diziam que tinha sido eu mesmo que tinha furtado o capacete e que eu era compassa do mototáx pirata.
       Depois de ter dado essa volta, paramos novamente em frente o Comercial Bacana, onde o Sgt Carlos Neto disse pra eu não sair do carro, mas depois sair do carro.
       Como eu vi que o Sgt Carlos Neto não estava ali para resolver a situação, e sim o problema de seu amigo, insistir para que o Salgadinho fosse comigo até a Delegacia de Polícia Civil, para registrar um B.O. mesmo que fosse contra mim, pois assim teríamos mais chances de chegar ao verdadeiro culpado. E assim foi feito.
       Depois de quatro dias de investigação e busca pelo indivíduo, a Guarda Municipal conseguiu achar o verdadeiro suspeito, que acabou assumindo o crime e se comprometendo a pagar o capacete.
        No dia 27/02, segunda Feira, Sentindo-me ofendido, resolvi procurar oQuartel da Polícia Militar para expor a situação; a onde relatei o ocorrido.
Sabendo o Sgt Carlos Neto, de que fui procurar meus direitos; ficou enfurecido! E mais uma vez as agressões aconteceram. Lembrando que eu estava fardado, pois estava ali para apresentar o GUILHERME, (o que me usou para furtar o capacete,) Perguntou-me porque eu o tinha denunciado, e me agrediu fisicamente, empurrando-me com os dedos no rosto, peito e pescoço, até encostar-me a parede e me obrigando a ficar sentado em um banco ao lado do criminoso. Isso ocorreu dentro da Delegacia de Polícia Civil, na frente de um agente da civil, de um Guarda Municipal e do indivíduo que furtou o capacete. O Sgt Carlos Neto estava de serviço, (fardado).
Fonte: Blog do Carlinhos.
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