Laranjal do Jari

Jari Celulose será monitorada por subcomissões e Grupo de Trabalho da Câmara

A ameaça de suspensão das atividades por um período de 10 meses, anunciada pelo Grupo Orsa, põe em risco os empregos de 1.537 trabalhadores da indústria e duas subsidiárias

 

Deputados da Bancada Federal do Amapá das Comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional e da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público vão criar subcomissões para acompanhar e buscar soluções à ameaça de suspensão das atividades da Jari Celulose, contralada pelo Grupo Orsa, no Vale do Jari.
Um grupo de trabalho vai congregar os parlamentares, gestores públicos municipais, estaduais e federais, representantes da empresa e do sindicato para traçar iniciativas de solução. Os parlamentares vão oficiar pedidos de informação ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre o financiamento de R$ 145 milhões à Jari Celulose; e ao presidente do Grupo Orsa, Sérgio Amoroso, sobre os objetivos do plano de modernização da planta instalada no Vale do Jari.
A ameaça de suspensão das atividades por um período de 10 meses, anunciada pelo Grupo Orsa, põe em risco os empregos de 1.537 trabalhadores da indústria e duas subsidiárias, além de 6 mil empregos nas empresas prestadoras de serviço na cadeia produtiva da celulose. Segundo o Sintracel (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Celulose, Papel, Pasta de Madeira para Papel, Papelão e Cortiça dos Estados do Pará e Amapá) cerca de 100 mil pessoas terão sua renda afetada, já que 70% das vagas de emprego e 50% do PIB de Laranjal e Vitória do Jari dependeriam da atividade.
Empregos
O esforço conjunto dos estados do Amapá e do Pará para incentivar o desenvolvimento na região e garantir políticas públicas eficientes foi lembrado durante a audiência pública em Brasília.
Segundo os dados do CAGED/MTE, foram gerados 5 mil 709 novos empregos, de janeiro até outubro deste ano. Crescimento de 8,4%, enquanto a média nacional é de 4,46%. Em 2011 houve um saldo de 7 mil 604 empregos novos; crescimento de 12,47%, enquanto a média nacional foi de 5,47%.
A Bancada planeja realizar outra reunião, dia 7 de dezembro, às 19 horas, no Ginásio da Praça de Laranjal do Jari, reunindo trabalhadores, lideranças políticas e sindicais e empreendedores locais.
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Ifap e Sesc realizam ação social no Vale do Jari

O Serviço Social do Comércio (Sesc) realizou, na manhã do último sábado (24/11), ação social em parceria com o Instituto Federal do Amapá (Ifap) no câmpus Laranjal do Jari. A comunidade do Vale do Jari recebeu atendimentos gratuitos, como corte de cabelo, medição de pressão arterial, palestra sobre higiene bucal e aplicação de flúor para crianças, vacinação, expedição da carteira do SUS, entrega da Cartilha sobre os Direitos da Criança e do Adolescente pela equipe da Reaja, e BiblioSesc – com a disponibilização de mais de mil títulos para leitura. Também foram promovidas atividades de recreação para as crianças, com direto à premiação. Os servidores do câmpus trabalharam como voluntários, encaminhando as pessoas que compareceram aos atendimentos.

O atendimento mais disputado foi o do corte de cabelo que chegou a atender quase 50 pessoas, entre crianças e adultos. O recreador do Sesc e técnico da seleção de vôlei do Amapá, professor Eduardo Amaral, foi um dos participantes. “O espaço aqui é muito bom, muito amplo. Estou satisfeito porque tive uma equipe de alunas do Programa Mulheres Mil para auxiliar-me nas atividades de recreação com as crianças. Foi uma atividade muito proveitosa para comunidade”, ressaltou.

 

A diretora Administrativa, Elizabeth Rocha, destacou a importante parceria com o Sesc. “Nós pretendemos estreitar ainda mais os laços com a instituição e realizar mais projetos em prol da comunidade do Vale do Jari. A ação foi extremamente positiva”, disse.

 

Por Viviane Fialho, jornalista do câmpus Laranjal do Jari

 

Assessoria de Comunicação

Instituto Federaldo Amapá (Ifap)

(96) 3198-2165

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Moradores do bairro Castanheira em Laranjal do Jari reclamam do abandono da quadra poliespotiva

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A quadra poliesportiva localizada no bairro castanheira no município de Laranjal do Jarí, está em total abandono e oferecendo risco a população devido as constantes queda de telhas  de zinco com os ventos.

A constante risco de acidente, principalmente com as crianças que insistem em brincar no local, e até mesmo as que por ali passam, já que a quadra fica próximo a escola municipal Terezinha Queiroga.

O único local para a prática esportiva daquele bairro está em condições precárias, algo que era pra servir aos moradores, serve como esconderijo de criminosos e maus feitores.

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Há relatos de que maginais usam o banheiros do local pra consumo de drogas e atos libidinosos.

Aquele bairro parece mesmo esquecido pelas gestões públicas, ruas emburacas, sujas, iluminação pública precária, em algumas ruas nem existem. Ainda a as constantes falta de água e energia. Esgoto e saneamento básico não existe.

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Audiência discute demissões na empresa Jari Celulose

Representantes de ministérios, do Ministério Público do Trabalho, da empresa Jari Celulose e de empregados discutirão na última terça-feira o impacto social das demissões feitas pela empresa nas comunidades do Vale do rio Jari, na Amazônia. A audiência pública será realizada, em conjunto, pelas comissões de Trabalho, Administração e Serviço Público e Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional.

Um dos requerentes da audiência, o deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), afirmou que seu objetivo é verificar a situação de aproximadamente cinco mil trabalhadores da Jari Celulose que se encontram na iminência de ser dispensados em massa. O motivo, segundo a empresa informou ao deputado, é a implantação do projeto de celulose solúvel.

Bala Rocha disse ainda que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou em 2007 um financiamento de R$ 145,4 milhões para a Jari Celulose, que faz parte do Grupo
Orsa. Os recursos seriam destinados à modernização da unidade industrial da localidade de Monte Dourado, no município de Almerim (PA) e ao plantio de até 33,7 mil de hectares de florestas de eucalipto entre 2006 e 2008.

Recentemente, a International Paper e a Jari Celulose fizeram um acordo para criar umajoint venture, com aporte de aproximadamente R$ 950 milhões, visando a desenvolver uma nova tecnologia para embalagens.

Foram convidados para a discussão:
– representantes dos ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
-o procurador-geral do Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo;
– o governador do Pará, Simão Jatene;
-o governador do Amapá, Camilo Capiberibe;
-o prefeito de Almeirim (PA), José Botelho dos Santos;
-a prefeita de Laranjal do Jari (AP), Euricelia Cardoso;
-o prefeito eleito de Laranjal do Jari, Manoel José Alves Pereira;
– o presidente do BNDES, Luciano Coutinho;
-o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine;
– a presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosangela Silva Rassy;
-o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Papel e Celulose do Pará e Amapá (Sintracel), Silvino Oliveira Gonçalves Filho;
– o presidente do Grupo Orsa, Sergio Amoroso;
– o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Monte Dourado e
Almeirim (Acemda), Jurandir de Azevedo Baena;
-o presidente do Sindicato Intermunicipal do Comercio Varejista de Laranjal do Jari e Vitoria do Jari do Amapá (Sindcomjari), Valdimar de Souza Barros;
-o presidente da Associação Comercial e Industrial de Laranjal do Jari (Acilaja), Francisco Ramalho e Souza;
-o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Almeirim (Sintra), Elinaldo Martins da Silva; e
-a presidente da CUT do Amapá, Odete Gomes.

A reunião será no Plenário 12, às 14h30.

Da Redação/ MM
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Em carta aberta a Diocese de Macapá denuncia exclusão e descaso no Amapá

Carta aberta ao povo de Deus da Diocese de Macapá e a todas as pessoas de boa vontade do Estado do Amapá e do Pará

Reunidos com o nosso Bispo Dom Pedro e nossos párocos, no vigésimo oitavo encontro diocesano das Comunidades Eclesiais de Base, em 25/11/12, nós cristãos e cristãs, chamados a ser testemunhas do Cristo Rei da paz e da verdade, queremos levar ao conhecimento de todos e de todas os clamores de sofrimento que saem da vida de nossas comunidades.

Milhares de famílias dos municípios de Vitória do Jarí, de Laranjal do Jarí e de Almeirim estão sofrendo pela próxima perda de seus empregos por causa da empresa Jarí Celulose que pretende suspender, por longo tempo, as atividades da fábrica de celulose. Circula, inclusive, a informação da venda da empresa para a International Paper que, em caso afirmativo, deveria ser chamada para dizer quais as suas intenções. Esta violência vai provocar efeitos negativos em quase todas as comunidades do lugar, atingindo também os milhares de empregos indiretos que estão ligados a este empreendimento. Grande é, também, a preocupação com as conseqüências sociais e ambientais da construção da barragem Santo Antônio.

As comunidades das Ilhas de Afuá e de Gurupá, assistidas pela nossa diocese, estão clamando pela violência que vem se alastrando na região, sem que o Estado faça o mínimo necessário para detê-la. São desmatamentos ilegais em projetos de assentamento, assassinatos, assaltos, tráfico de drogas e de pessoas, exploração sexual de menores que vêm se multiplicando nestas terras que parecem ser terras de ninguém. Criminosos e foragidos do Amapá se escondem com facilidade nesta região, provocando mais insegurança e muita dor. O Amapá não tem jurisdição, o Pará está longe demais e neste vácuo de poder, a criminalidade cresce.

Em seis município do Amapá, dezenas de famílias de posseiros estão sendo despejadas de suas terras por ações judiciais promovidas pela AMCEL, depois que a mesma passou a ser de propriedade das empresas japonesas Marubeni Corporation e Nippon Paper que desrespeitaram os acordos firmados com as comunidades pelas administrações anteriores e se valendo, em vários casos, de matrículas irregulares, quando não claramente ilegais. Muitas famílias estavam nas terras, antes delas serem da AMCEL.

As comunidades dos municípios de Pedra Branca do Amapari e de Serra do Navio estão sentindo a dor provocada pelas atividades e os interesses das mineradoras que, além das agressões ao meio ambiente, estão atrasando os repasses das compensações estabelecidas, deixando as comunidades desprotegidas, vítimas do aumento descontrolado da população e de todos os seus efeitos negativos na saúde, na educação e na segurança pública.

A mesma situação vive a população dos municípios de Ferreira Gomes e de Porto Grande, cujas comunidades já encaminharam aos órgãos públicos um abaixo assinado manifestando sua preocupação por causa da construção das várias barragens previstas no Rio Araguari. As comunidades do Baixo Araguari estão sofrendo por causa de uma descontrolada criação de búfalos que está provocando o assoreamento do rio e a salinização de vastas áreas.

As comunidades de Oiapoque sofrem os efeitos negativos provocados pelo tráfico internacional de pessoas, de drogas e de armas. A violência e a insegurança reinam na cidade e nas comunidades próximas.

As comunidades das cidades de Macapá e de Santana clamam por causa do crescente desemprego, pela precariedade na saúde e pelo abandono de grandes áreas das periferias e das baixadas, onde as famílias vivem na insegurança e no medo que prejudica a vida das pessoas e até as atividades religiosas das comunidades.

Em nome de Cristo, único e verdadeiro Rei da paz e da justiça, nós Comunidades Eclesiais de Base da Diocese de Macapá, afirmamos nossa solidariedade fraterna às vítimas desta violência e nos comprometemos a denunciar e a lutar com coragem e firmeza, contra todas as formas de injustiça, sobretudo, contra a inoperância, a omissão e, em alguns casos, até a conivência dos poderes públicos. Que o exemplo do profeta Elias, que meditamos neste encontro, nos inspire e fortaleça.

Que o Espírito Santo difunda sobre nós os seus dons para que possamos dar conta deste compromisso.

Os participantes do 28º encontro diocesano das Comunidades Eclesiais de Base.

 

 

Fonte: http://chicoterra.com/author/chicoterra/

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Associação extrativista do Cajari recebe mais de R$ 250 mil de verba

Associação de Mulheres do Alto Cajari engloba um grupo de 108 mulheres de 13 comunidades da região da Reserva Extrativista (Resex) do Alto Cajari.

Extrativistas produzem biscoitos e derivados da castanha-do-Brasil. Foto: Divulgação

Até o final deste ano, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)  repassará R$ 259.840 a Associação de Mulheres do Alto Cajari (Amac), no município de Laranjal do Jari, no Amapá. O dinheiro está contribuindo para mudar a realidade de muitas mulheres da região, com geração de emprego e renda.

Mãe de seis filhos, Andrelina Almeida Barros, 52 anos, viu sua vida se transformar depois de entrar para a associação. Junto com outras extrativistas, ela passou a produzir biscoitos e derivados de castanha-do-Brasil, deixando para trás uma pesada rotina de trabalho na roça. Grande parte da produção é comprada pelo PAA, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Andrelina faz parte do grupo de 108 mulheres de 13 comunidades da região da Reserva Extrativista (Resex) do Alto Cajari que são associadas à Amac. Do total de trabalhadoras, 58 ficam na cozinha, onde se revezam em três grupos durante a semana para descascar cerca de seis quilos de castanha por dia para fabricar mais de 1,2 mil pacotes de biscoitos e paçoca doce. Elas também produzem um petisco de banana salgada e frita.

A produção é distribuída em 11 escolas e entidades de Laranjal do Jari e Macapá. Entre as instituições beneficiadas nos dois municípios, estão a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e o Serviço Social do Comércio (Sesc).

Preservação em família

As castanhas são recolhidas nas áreas das famílias das associadas. Em geral, os maridos ficam incumbidos da coleta, que vai de dezembro a maio. A farinha usada para fazer os biscoitos é comprada pelas mulheres. O combinado é cada uma levar 15 quilos duas vezes por ano para a associação.

A banana também é colhida nos quintais das associadas. Cada mulher leva, em média, dois cachos por ano para a Amac. Em 2012, porém, elas tiveram que comprar em Macapá, a 280 quilômetros de Laranjal do Jari, porque a quantidade não foi suficiente para o volume da produção.

Além do PAA, um dos grandes incentivadores do trabalho da Amac é o Programa Bolsa Verde. Andrelina e parte das associadas recebem R$ 300 a cada trimestre com o benefício. Em troca, elas desenvolvem atividades de conservação ambiental, com a manutenção da cobertura vegetal e o uso sustentável dos recursos naturais.

Só na Resex do Alto Cajari, que engloba, além de Laranjal do Jari, os municípios de Mazagão e Vitória do Jari, cerca de 200 extrativistas têm o benefício do Bolsa Verde. Em todo o país, há aproximadamente 30 mil beneficiários.

Esforços

Apesar de existir desde 2004, a Amac ganhou força a partir de 2009, segundo a presidente da associação, Elziane Ribeiro de Souza. Cada associada contribui com R$ 2 mensais. Às vezes, o dinheiro não é suficiente para cobrir as despesas da entidade. Então, cada uma colabora um pouco mais para comprar o que falta. Parte da renda obtida com a produção é revertida à manutenção da pequena fábrica e à compra de materiais.

Além da produção, organizaram uma feira permanente em Laranjal do Jari. Lá, vendem bolos, tapiocas, batata, banana, laranja e diversos produtos derivados de castanha. Elas também planejam começar a vender os produtos em Macapá.

 

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Janete lamenta ausência de presidente do BNDES em audiência sobre Jari Celulose

A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional realizou nesta terça-feira (27) audiência pública para debater a situação de milhares de trabalhadores da empresa Jari Celulose, que se encontram na iminência de serem dispensados em massa. A suspensão das atividades da empresa foi anunciada pelo controlador, Grupo Orsa, para janeiro de 2013.

O motivo, segundo a empresa informou, é a modernização da planta da fábrica para implantar o projeto de produção de celulose solúvel. A representante da diretoria da Jari Celulose, a advogada Maria Marilete Martins,  justificou a suspensão das atividades com a alegação de que a empresa teria sofrido grandes prejuízos nos últimos anos devido à queda do preço da celulose no mercado internacional. “Ou modernizamos a produção e passamos a processar celulose solúvel, ou fechamos definitivamente a fábrica”, sentenciou.

O processo de modernização da planta duraria cerca de onze meses e seria financiado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que aprovou em 2007 um financiamento de R$ 145,4 milhões para a empresa.

Além da modernização da unidade industrial da localidade de Monte Dourado, no município de Almerim (PA), o dinheiro seria destinado ao plantio de até 33,7 mil de hectares de florestas de eucalipto entre 2006 e 2008. Recentemente, a International Paper e a Jari Celulose fizeram um acordo para criar umajoint venture, com aporte de aproximadamente R$ 950 milhões, visando a desenvolver uma nova tecnologia para embalagens.

A Comissão convidou o presidente do banco para prestar esclarecimentos a respeito da concessão do financiamento, mas ele não compareceu. A Deputada Janete Capiberibe (PSB-AP) lamentou a ausência. “Os recursos públicos do BNDES devem modernizar as indústrias, promover o desenvolvimento e gerar empregos e renda, não o contrário”, afirma a deputada.

Segundo o Sintracel (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Papel, Celulose, Pasta de Madeira para Papel, Papelão e Cortiça dos Estados do Pará e Amapá), são 1 mil 537 empregos do Grupo Orsa na indústria de celulose e atividades conexas e mais 6 mil indiretos, na cadeia produtiva. Pelo menos 100 mil pessoas são beneficiárias da renda recebida pelos trabalhadores.

“Serão homens e mulheres desempregados, crianças, adolescentes e jovens afetados pelo declínio da renda familiar com impactos negativos em cadeia.”, disse a deputada socialista.

As vagas de emprego na produção de celulose respondem por aproximadamente 70% da população ocupada nos municípios de Laranjal do Jari e Vitória do Jari, no Amapá, e Almeirim, no Pará, e a atuação da empresa na região impactaria em 50% do PIB nos mesmos municípios.

O Ministro do Trabalho, Brizola Neto, já se comprometeu com a Comissão a chamar o grupo controlador da Jari Celulose para uma reunião, com o objetivo de adotar medidas para manter as vagas de emprego e a remuneração dos empregados.

Outra reunião acontecerá dia 7 de dezembro, às 19 horas, no Ginásio da Praça de Laranjal do Jari, com a mesma temática, reunindo trabalhadores, lideranças políticas e sindicais e empreendedores locais.

 

Agência Câmara e Assessoria da Deputada
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Alunos do IFAP Laranjal do Jari se destacam na área da ciência e tecnologia

Alunos do câmpus Laranjal do Jari têm sido premiados em diversas modalidades e categorias nas áreas da ciência e tecnologia no estado do Amapá. O projeto “Videoteca: em prol da ciência e da cultura”, com apenas quatro meses de implantação, dos alunos Fernando Luiz Vicente da Costa, Júlia Catarina Silva Chaves e Thyago Costa de Almeida, ficou em terceiro lugar na Mostra de Ciência e Tecnologia do Sul do Amapá (Mostratecsa), realizada nos dias 9 e 10 deste mês, em Laranjal do Jari. Os alunos premiados irão representar o estado do Amapá na cidade de Catu (BA) na Exposit, em junho de 2013.

“É a tecnologia e a educação trabalhando juntas”, destacou a aluna Júlia Catarina Silva Chaves. O projeto nasceu da necessidade de buscar alternativas de melhorar a interatividade entre professor e aluno, principalmente, quanto à reposição de faltas, e tem por objetivo criar aplicativo que armazene vídeos que possam servir de suporte para as aulas.

 

A professora Odília Cozzi disse que há nela e nos alunos o sentimento de dever cumprido. “O projeto vai otimizar tempo. Os recursos necessários para implantação desse projeto serão disponibilizados e, ganharão com isso os professores e alunos que trabalharão suas aulas e atividades envolvendo arte, entretenimento e cultura”, pontuou a orientadora do projeto.

 

Ainda na Mostratecsa, a aluna Lia Sabrina da Silva Cândido, 16 anos, do 2º ano do curso técnico em Meio Ambiente, expôs o projeto “Enchentes em Laranjal do Jari: inundação ou invasão humana?” e saiu na vencedora na categoria Ciências Humanas. A mãe dela, professora Leonice Vasconcelos da Silva, foi a orientadora do projeto. Lia ganhou um netbook e uma bolsa de incentivo à pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ela participará no próximo ano da Feira Mostraciaba em Belém do Pará.

 

“Para mim, participar da Mostratecsa foi um marco na minha vida estudantil. Ter minha mãe como orientadora do meu projeto foi uma honra. Só veio acrescentar em meus conhecimentos e na minha carreira profissional. Estou muito feliz pelo reconhecimento do projeto e pela vitória alcançada”, destacou a aluna.

 

Leonice Silva disse que o projeto de pesquisa começou com a aplicação de questionários com os moradores da região conhecida como “Beira” em Laranjal do Jari. “A minha filha leu muitos livros e artigos. Ela foi construindo o projeto com muito esforço e dedicação, principalmente estendendo os estudos por várias madrugadas. A vitória na Mostratecsa é fruto de todo esse empenho. Quando divulgou o resultado eu nem acreditei. Foi um misto de surpresa e alegria. Após a Mostra de Ciência e Tecnologia do Sul do Amapá, minha filha já foi convidada a participar de um projeto com a pesquisadora Eliana Paixão”, contou a mãe e orientadora.

 

Leonice Vasconcelos da Silva agradece os professores Vinícius Batista Campos, Raimundo Neto, Enildo Elias, André Zanella, Rafaelle Barros, Paulo Sá e Lícia Guerra pelo apoio e incentivo que tem dado Lia no seguimento da sua carreira profissional. “Todo esse apoio tem feito a diferença na vida da Lia. Ela tem amadurecido profissionalmente e crescido a cada dia principalmente como pessoa”, afirmou.

 

Fecte– Alunos de Laranjal do Jari também se destacaram na Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Educação (Fecte). O projeto “Ecofont”, da aluna Érica Rafaela Bata Santo, foi o grande vencedor na categoria ensino profissionalizante. Como prêmio e incentivo, a aluna ganhou um tablete uma bolsa de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com duração de um ano. Já o câmpus Laranjal do Jari ganhou um projetor multimídia e uma caixa de som amplificada.

 

Outros projetos também foram expostos durante a feira. Do câmpus Laranjal do Jari podemos destacar também o de “Desenvolvimento de um Experimento a Baixo Custo para Demonstração do Efeito Fotovoltaico no Ensino Médio”, do professor Willians Almeida com os alunos Anderson Gabriel Souza Silva, e “Ornamentação de Ambientes: LEDs” – do professor Clayton Jordan e dos alunos Vítor Fernando Oliveira, Bianca Soares Costa, Benício Matheus do Nascimento Moraes, Raylla de Cássia dos Reis Saraiva e Emanoel Câncio Freires.

 

 

Por Viviane Fialho, jornalista do câmpus Laranjal do Jari

 

Assessoria de Comunicação

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Governo apresenta medidas para amenizar impacto de possíveis demissões no Jari

O Governo do Amapá, por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Sete), participa nesta sexta-feira, 23, do 88º Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho (Fonset), em Maceió (AL). O secretário da Sete, Sivaldo Brito, apresenta no evento os motivos da ameaça de possíveis demissões de mais de sete mil pessoas, entre funcionários e prestadores de serviços terceirizados da Jarí Celulose, na região do Vale do Jari, e as medidas que vêm sendo adotadas pelo governador Camilo Capiberibe para reverter a situação.

No dia 21 de novembro, o governador e o secretário Sivaldo Brito estiveram reunidos com os trabalhadores dos três sindicatos do Vale do Jari. “É um assunto da mais alta importância.

A orientação do governador é que se encontre alternativas para reverter a ameaça de possíveis demissões ou se crie mecanismos para gerar empregos e renda na região”, esclarece o secretário.

O 88º Fórum Nacional de Secretarias do Trabalho (Fonset) tem como temas: O Sistema Único de Trabalho, Emprego e Renda; a Política Pública de Orientação Profissional; Políticas Públicas de Conversão de Mão-de-Obra do Trabalhador da Cana de Açúcar; MTE mais Emprego – Modalidades: Gestão de Convênios, Seguro Desemprego e Intermediação e Pronatec.

O Fonset é uma plenária que reúne todos os secretários da área do trabalho dos 27 estados do país. Oportunidade em que são debatidos os programas nacionais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e especialmente a regionalização das ações.

No Fórum, estarão presentes o presidente do Fonset, Luiz Cláudio Romanelli; ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Daudt Brizola; governador de Alagoas, Teotônio Vilela Filho; secretário de Trabalho de Alagoas, Alberto Sextafeira; secretários de Trabalho do país; secretário Executivo do TEM, Marcelo Aguiar; e diretora da OIT Brasil, Laís Abramo.

O secretário Sivaldo Brito leva a Maceió a experiência do Amapá na geração de empregos, qualificação e requalificação de trabalhadores, entre outras medidas. Uma delas é o projeto Empreende Amapá, que vai trabalhar a cultura empreendedora no Jari. Para quem tem um negócio, a ideia é fomentá-lo a fim de torná-lo mais lucrativo. Já aquele que tem interesse em abrir o próprio negócio, o objetivo é fazer com que aprenda as noções básicas de empreendedorismo para que prospere. O projeto vai iniciar em dezembro deste ano.

Outro programa é o Artesanato Ativo. Em Laranjal do Jari são cerca de 30 pessoas, entre artesãos e interessados em apreender as técnicas de artesanato. A formação empreendedora consiste em qualificar os artesãos profissionais para que possam desenvolver competências de gestão sobre comportamento empreendedor e sua relevância para o artesanato, noções sobre gestão de negócios, noções de plano de negócios, identidade visual: marca, cartão de visita e placa de identificação, associativismo e cooperativismo e ainda artesanato x turismo.

Já as oficinas são voltadas para quem tem interesse em aprender como confeccionar, por exemplo, bijuterias com sementes, entalhe em madeira, fibras vegetais, argila, entre outros.

Ascom/Sete

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VEÍCULOS DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE LARANJAL DO JARÍ QUE PODERIAM ESTÁ SERVINDO A POPULAÇÃO ESTÃO PARADOS EM DEPÓSITO.

Veículos tipo motocicleta da secretaria municipal de saúde estão a pelo menos 5 meses em um depósito no prédio da SEMUSA, (secretaria municipal de saúde de Laranjal do Jarí) que fica nos autos do prédio do centro de fisioterapia daquele município. Imagem

 

Segundo informações os veículos estavam funcionado normalmente e foram recolhidos pelo mal uso dos mesmos. As motocicletas eram usadas por servidores sem carteira de habilitação, uso para fins próprios e documentações irregulares dos veículos.

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 A policia militar juntamente com a guarda municipal no mês de julho, fez vistoria e constatou varias irregularidades nos veículos. O secretário de saúde irritado com a situação, mandou recolher todas as motocicletas com problemas em documentações e nas mãos de motoristas não habilitados.

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Agora os veículos foram esquecidos pela gestão e estão se acabando, enferrujando as peças em um depósito escondido dos olhos da população e do MP-AP, deixando de servir  principalmente a população do interior. Já que são motocicletas que pode da apoio as comunidades com transporte de agente de saúde, busca de ajuda medica e resgaste.

 

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Todos os veículos são provenientes de recursos federais, mas o funcionamento, operação e manutenção dos mesmo são de responsabilidades do município. A SEMUSA tem os recursos descentralizados da gestão, ou seja, é administrado exclusivamente pelo próprio secretário com o apoio do sr Paulo Jorge nos períodos de pagamentos, apesar da secretaria ter seu HR com servidores capacitados. 

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