Justiça determina melhorias em delegacias em Almeirim e Monte Dourado

Em Almeirim, obras deveriam ter começado em maio deste ano. O teto da cozinha da delegacia de Monte Dourado desabou.

A Justiça do Pará determinou, nesta segunda-feira (17), a retomada imediata das obras de reforma em duas delegacias do estado: uma em Almeirim, e outra em Monte Dourado, ambas na região do Baixo Amazonas. O pedido de intervenção legal nas unidades policiais foi feito pelo Ministério Público do Estado (MPE). De acordo com a decisão, assinada pelo juiz Marcio Teixeira Bittencourt, a delegacia de Monte Dourado deve ficar interditada até a conclusão da reforma.

Segundo a ação movida pelo MPE, depois de realizar visitas e inspeções nos locais, foi constatado que as duas delegacias não cumpririam os requisitos mínimos de segurança, além de não respeitar os direitos básicos dos presos.

De acordo com o MPE, o local de construção da Unidade Integrada de Polícia e Bloco Carcerário de Almeirim tem uma placa de identificação, que informa o valor e prazo de conclusão da obra. Segundo o MPE, o início da reforma estava previsto para maio deste ano, mas nem as fundações do prédio foram feitas.

Falta de manutenção fez parte de teto desabar
A situação da delegacia de Monte Dourado também é grave, segundo o MPE. Assim como em Almeirim, a unidade policial do município não oferece condições de higiene adequadas, as presas do sexo feminino não têm uma carceragem específica, e o atendimento médico aos presos é realizado com dificuldades.

De acordo com o MPE, em uma das últimas inspeções realizadas pelo órgão na delegacia, parte do teto da cozinha desabou. Segundo a decisão da Justiça, a delegacia deve permanecer interditada, e os presos transferidos para onde haja disponibilidade de vagas.

A decisão judicial determina que a reforma nas duas delegacias sejam retomadas no prazo de 48 horas. Em caso de descumprimento, a multa diária é R$5 mil para cada unidade policial.

O G1 tentou entrar em contato com a Polícia Civil do Pará, mas até o momento de publicação desta reportagem, ninguém foi encontrado para comentar o caso.

 

Fonte: G1

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MENSAGEM RECEBIDA DE UM GUARDA MUNICIPAL DE LARANJAL DO JARÍ

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A guarda Municipal de Laranjal do Jarí foi mais uma vez enganada e fomos feitos de palhaços. Pois fizemos um acordo com a prefeita para conseguirmos um aumento de salário, sendo assim seria cortada as horas extras que segundo a administração dava um impacto de 50 mil reais na folha de pagamento. Foi feito um levantamento na folha de pagamento da guarda e só foi encontra pouco mais de 19 mil em horas extras. A administração não soube explicar pra onde e/ou como foi desviado mais de 30 mil reais com suposto pagamento de horas aos GMs. O acordo não foi cumprido por parte da prefeita e ficamos sem aumento e sem hora extra. Ainda ha os 30% de periculosidade, aprovado pela câmara municipal em Dezembro de 2011 e sancionado em Fevereiro de 2012 que a prefeita não paga descobrindo uma lei municipal. E agora eles precisam da Guarda, liberaram as horas extras mais como forma de protesto por parte da guarda entramos em acordo para não fazer horas e não aceitar ser remanejados nas 5 noites da festa do Município. Mas para isso da certo contamos com o apoio de toda a categoria. Vamos lutar juntos por melhorias para nossa classe!!!.

Peço ao administrador desse blog que poste minha mensagem para que a sociedade saiba o quanto a guarda do nosso município é desvalorizada, pois 633,00 reais não tem como sustentarmos nossa família. Obrigado

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BNDES aprova R$ 736,8 milhões para Hidréletrica Santo Antônio do Jari

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 736,8 milhões para a construção da usina hidrelétrica Santo Antônio do Jari, entre os municípios de Almeirim, no Pará, e Laranjal do Jari, no Amapá. Segundo o BNDES, a usina terá capacidade instalada de 373,4 MW, com início de operação previsto para 2014.

O projeto contempla uma linha de transmissão própria de cerca de 20 quilômetros, que fará parte da interligação do circuito Tucuruí-Macapá-Manaus ao Sistema Interligado Nacional.

 

O empreendimento faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e deve criar cerca de 1,8 mil empregos diretos e 2 mil indiretos durante as obras, a maior parte contratada na região. A usina será a fio d’água. De acordo com o BNDES, o reservatório ocupará uma área relativamente pequena, sendo que a maior parte já é inundada em épocas de cheia do rio.

 

Os recursos financiados pelo BNDES serão destinados à Sociedade de Propósito Específico ECE Participações, subsidiária integral da Companhia Energética do Jari, que, por sua vez, é subsidiária da EDP – Energias do Brasil. Do total dos investimentos previstos, de R$ 1 bilhão, o banco financiará 67,1%, incluindo o apoio aos projetos sociais no entorno da usina, que, segundo o BNDES, vão além das obrigações previstas no licenciamento ambiental, visando melhorar as condições sociais da área do empreendimento.

 

Os investimentos contemplam a construção de uma infraestrutura (rede de esgoto, de abastecimento de água tratada e iluminação pública) e a instalação de equipamentos de lazer na Vila São Francisco do Iratapuru, próxima à hidrelétrica.

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Bancada Federal do Amapá pede esclarecimentos ao BNDES sobre Jari Celulose

Bancada Federal do Amapá esteve em audiência nessa quarta-feira, 5, na representação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em Brasília, para pedir esclarecimentos sobre a situação da empresa Jari Celulose.
Os parlamentares questionaram sobre as informações solicitadas ao banco, que segundo eles, não foram satisfatórias. No documento em resposta ao requerimento da bancada, o BNDES esclarece apenas que o contrato de financiamento firmado entre o BNDES e a Jari Celulose, no valor de R$ 145.465.000,00, previa a modernização da planta industrial da empresa em Monte Dourado, e que, devido variações nos preços de insumos e na taxa de câmbio não houve liberação de recursos para essa finalidade.
O documento informa que somente o financiamento do plantio, de aproximadamente 33 mil hectares de florestas de eucalipto, de 2006 a 2008 , foi totalmente implantado.
Os deputados explicaram que a empresa alega que demitirá funcionários, por necessidade de financiamento para o projeto de modernização que não foi executado.


A deputada Fátima Pelaes (PMDB) questionou a posição do banco quanto à viabilidade do financiamento e destacou: “É importante a permanência da empresa na região, mas que ela mantenha seu compromisso com os funcionários”.
Ao fim da reunião, o BNDES orientou os parlamentares quanto ao acesso às informações contratuais da empresa e se colocou à disposição para contribuir com Bancada do Amapá.
Ainda nessa quarta-feira foi criada a Subcomissão temporária para acompanhar as relações de trabalho e o impacto social das demissões da Jari Celulose, nas comunidades do vale do Jari, que será presidida pela deputada Fátima Pelaes, e terá como relator o deputado Bala Rocha (PDT-AP).

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Audiência pública no Vale do Jari discutirá impacto de demissões na Jari Celulose

Duas comissões da Câmara realizam hoje na cidade de Laranjal do Jari, no Amapá, audiência pública com o tema “Relações de trabalho e o impacto social das demissões da Jari Celulose (Jarcel) S/A, nas comunidades do Vale do Jari”. A discussão é feita pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público e Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional.


As comissões estão realizando uma série de audiências para verificar a situação de aproximadamente 1.700 trabalhadores da Jari Celulose que se encontram na iminência de ser dispensados em massa. Segundo a empresa, o motivo seria a implantação do projeto de celulose solúvel.

Em 2007, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 145,4 milhões para a Jari Celulose, que faz parte do Grupo Orsa. Os recursos seriam destinados à modernização da unidade industrial da localidade de Monte Dourado, no município de Almerim (PA) e ao plantio de até 33,7 mil de hectares de florestas de eucalipto entre 2006 e 2008.

Com isso, a Jarcel, resolveu, a partir de janeiro de 2013, parar a produção de celulose na fábrica instalada na cidade de Almeirim (PA). Esta decisão afetará, além dos trabalhadores, a renda de mais de 70 mil moradores nos municípios próximos ao projeto, inclusive Laranjal do Jari.

“O Projeto Jari, iniciou-se em 1967 com a produção de celulose. Este sonho, do senhor Daniel Ludwig, jamais teria se concretizado se não houvesse a participação de muitos trabalhadores, cidadãos brasileiros que concretizaram um aumento nos dividendos dos proprietários até os dias de hoje”, disse a deputada Janete Capiberibe (PSB-AP), uma das autoras de requerimentos para a realização da audiência de hoje.

A audiência será realizada às 19 horas de Brasília (17 horas do Amapá), na prefeitura de Laranjal do Jari.

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Com PAA, mulheres extrativistas de Laranjal do Jari melhoram renda

Mãe de seis filhos, Andrelina Almeida Barros, 52 anos, viu sua vida se transformar depois de entrar para a Associação de Mulheres do Alto Cajari (Amac), no município de Laranjal do Jari, no Amapá. Junto com outras extrativistas, ela passou a produzir biscoitos e derivados de castanha-do-brasil, deixando para trás uma pesada rotina de trabalho na roça. Grande parte da produção é comprada pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

De 2010 até o final deste ano, o total de repasses do MDS à associação, por meio do PAA, chegará a cerca de R$ 439 mil. Esse dinheiro está contribuindo para mudar a realidade de muitas mulheres da região, com geração de emprego e renda em áreas de florestas habitadas por famílias em situação de extrema pobreza, público-alvo do Plano Brasil Sem Miséria.

Andrelina faz parte do grupo de 108 mulheres de 13 comunidades da região da Reserva Extrativista (Resex) do Alto Cajari que são associadas à Amac. Do total de trabalhadoras, 58 ficam na cozinha, onde se revezam em três grupos durante a semana para descascar cerca de seis quilos de castanha por dia para fabricar mais de 1,2 mil pacotes de biscoitos e paçoca doce. Elas também produzem um petisco de banana salgada e frita.

A produção é distribuída em 11 escolas e entidades de Laranjal do Jari e Macapá. Entre as instituições beneficiadas nos dois municípios, estão a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e o Serviço Social do Comércio (Sesc).

Até o final deste ano, o PAA repassará R$ 259.840 à associação. Pelo contrato, ela deve entregar 26,6 mil quilos de produtos este ano. Em 2011, o ministério destinou à Amac R$ 89.895,60, com a compra de 11,7 mil quilos de banana frita e paçoca. Em 2010, o governo federal pagou R$ 90 mil por nove mil quilos de biscoitos de castanha.

“Minha vida mudou muito. Antes, esperava pelo marido. Hoje é diferente. As donas de casa trabalham e têm seu próprio dinheiro”, conta Andrelina, mostrando os braços marcados por feridas causadas pelo ralador de mandioca que usava para fazer farinha quando era criança.

Preservação em família – As castanhas são recolhidas nas áreas das famílias das associadas. Em geral, os maridos ficam incumbidos da coleta, que vai de dezembro a maio. A farinha usada para fazer os biscoitos é comprada pelas mulheres. O combinado é cada uma levar 15 quilos duas vezes por ano para a associação.

A banana também é colhida nos quintais das associadas. Cada mulher leva, em média, dois cachos por ano para a Amac. Em 2012, porém, elas tiveram que comprar em Macapá, a 280 quilômetros de Laranjal do Jari, porque a quantidade não foi suficiente para o volume da produção.

Além do PAA, um dos grandes incentivadores do trabalho da Amac é o Programa Bolsa Verde. Andrelina e parte das associadas recebem R$ 300 a cada trimestre com o benefício. Em troca, elas desenvolvem atividades de conservação ambiental, com a manutenção da cobertura vegetal e o uso sustentável dos recursos naturais.

Só na Resex do Alto Cajari, que engloba, além de Laranjal do Jari, os municípios de Mazagão e Vitória do Jari, cerca de 200 extrativistas têm o benefício do Bolsa Verde. Em todo o país, há aproximadamente 30 mil beneficiários.

“A gente não pode derrubar castanheira nem botar fogo no castanhal. Com a preservação, a gente consegue ganhar dinheiro”, diz Andrelina, que também recebe o Bolsa Família. “Hoje temos 47 castanheiras que já estão mais altas que meus filhos.”

Soma de esforços – Apesar de existir desde 2004, a Amac ganhou força a partir de 2009, segundo a presidente da associação, Elziane Ribeiro de Souza. Cada associada contribui com R$ 2 mensais. Às vezes, o dinheiro não é suficiente para cobrir as despesas da entidade. Então, cada uma colabora um pouco mais para comprar o que falta. Parte da renda obtida com a produção é revertida à manutenção da pequena fábrica e à compra de materiais.

As mulheres da Amac não param. Além da produção, organizaram uma feira permanente em Laranjal do Jari. Lá, vendem bolos, tapiocas, batata, banana, laranja e diversos produtos derivados de castanha. Elas também planejam começar a vender os produtos em Macapá.

“Tudo o que as mulheres da associação conseguiram até hoje vem da soma de esforços”, destaca Elziane, mãe de três filhos que estou até o ensino médio. “Em primeiro lugar, tem que ter união. Senão, a gente não consegue nada.”

Ascom/MDS

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PROJETO LINHÃO DO TUCURUÍ QUE LEVARA ENERGIA AO VALE DO JARI, MACAPÁ E MANAUS

 A Isolux Corsán, multinacional espanhola é a única dignatária da construção de 1.200 km de extensão de linha de alta tensão conectarão Manaus e Macapá ao sistema interconectado do Brasil através do que se convencionou chamar de linhão de Tucurui.
O linhão também permitirá que ambas as capitais disponham de uma rede de fibra ótica para atender a demanda de comunicação no que se refere  Internet de banda larga, uma das grandes necessidades atual de parte da região Norte.
O projeto está orçado em um custo total de 900 milhões euros o que faz que seja uma das obras mais complexas realizada pela multinacional, tanto por suas dimensões como pelas dificuldades apresentadas pelo território da região amazônica.
Na sua realização estão trabalhando mais de 4 mil profissionais brasileiros e de outras nacionalidades, distribuídos em 14 acampamentos habilitados para abrigar os trabalhadores da mega obra.
Uma das principais dificuldades do projeto linhão é a obra de Jurupari que consiste na construção de 2 duas enormes torres metálicas de mais de 300 metros que altura que servirá de suporte para atravessar os cabos elétricos sobre o rio Amazonas que nesse ponto uma altura total de 2.500 metros.
A conclusão da primeira fase dessa parte da obra esta prevista  para o mês de dezembro de 2012.
Dentro do projeto que são mais ou menos 1.200 km de linha de alta tensão em circuíto duplo, basicamente sobre toda a floresta amazônica com torres, normalmente com alturas excepcionais, com alturas superiores  à normal para preservar a floresta do ponto de vista ambiental e, dentro desse projeto o mais crítico, digamos em termos de dimensões, é exatamente a travessia do rio Amazonas. Nesse ponto, onde faremos a travessia com duas torres, a alturas equivalentes ou superiores à torre Eiffel; está previsto duas, uma torre aqui desse lado e a outra no alto daquele morro; cada uma com cerca de 320 metros  de altura, pesando o aproximadamente a 2.400 toneladas cada uma”.   Mauro Célio da Silva – Gerente de Contrato
Muitas estacas precisam ser erguidas para servir de bases para os pilares que suportarão a torre de 2.338 metros e estão encravadas no leito do rio a 30 metros de profundidade preparadas para definir a estrutura elementar básica e num terreno como o amazônico qualquer erro ou movimento será fatal.
Então aqui nós estamos dando início (…) um serviço melindroso, mas nós estamos tendo sucesso, porque se você olhar vais ver que as estacas, a ferragem está sendo descida para nós começarmos a concretagem. Nós temos aí aproximadamente um total de 390 estacas para ser feita nessa base e como estamos tendo que começar fazer a primeira concretagem é nesse bloco ali (…) temos que fazer a base dentro da concretagem sobre as máquinas para avançar à frente  mais pra frente quando a gente puxar, nós temos que deslocar uma linha de um guindaste, uma máquina que vai trabalhar em cima de uma plataforma, portanto a nossa pressa é fazer esse serviço de concretagem para avançar a expansão das torres”. José da Guia Alves de Sá – Supervisor de Obras
Além desses, ainda está sendo construído uma zona de uma grande estação elétrica sobre uma superfície de 20 m² (metros quadrados).
Nós estamos na beira do platô da subestação de Jurupari, nós temos um platô aqui de aproximadamente 100 mil m² onde vão ser construídos aproximadamente 900 tubulões de concreto, 500 bases para equipamentos depátio e temos aqui como transformadores, sete transformadores grandes de potência, temos vinte reatores de 66 e 45 MVAR e temos aproximadamente 6.500 metros de lineares de tubos de drenagem”. Roberto Carvalho Monteiro – Engenheiro Residente
“Estamos num período de, hoje seco e o período chuvoso deve está começando em janeiro e estamos dando duro para que produzimos o máximo até que começam as chuvas”. Nilson Pires Vieira – Gerente Técnico de Infraestrutura.
Veja o vídeo da apresentação do projeto:
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POLÍCIA APREENDE DROGAS NO BAIRRO MALVINAS EM LARANJAL DO JARI

As equipes de Rádio Patrulha do 11° Batalhão, comandadas pelo SGT P. Monteiro apreenderam substâncias supostamente entorpecentes, no bairro Malvinas.
Foi por volta das 04h30min de ontem, dia 05, as equipes da VTR 1511 e 4511 realizavam patrulhamento em área de ponte se deparou com o infrator Flavio Pereira de 36 anos, durante a abordagem foi encontrado uma porção de substância entorpecente tipo crack, questionado sobre a origem da substância o mesmo informou que comprou na residência do senhor Gilmar Gomes de 33 anos, na residência a PM encontrou mais substâncias e dinheiro. Gilmar informou que a droga pertencia à senhora Mirla Marques de 18 anos.
Os infratores foram presos e encaminhados a Delegacia de Policia Civil de Laranjal do Jari para serem apresentados ao Delegado de Plantão, os mesmos poderão responder pelo crime de Tráfico de Entorpecente (Art. Nº 33 da Lei 11.343/06) cuja pena pode chegar a 15 anos de reclusão.
Fonte: PM
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Polícia prende suspeitos de integrar quadrilha de tráfico de drogas no Vale do Jari

Durante a ação, três pessoas foram presas e dois adolescente apreendidos. Segundo os suspeitos, a droga iria de Almeirim, PA, para estado do Amapá.

Policiais civis da delegacia de Almeirim, no noroeste paraense, prenderam três pessoas suspeitas de fazer parte de uma quadrilha interestadual de traficantes que estaria agindo na localidade. Com a prisão, também foi localizado um ponto de venda de drogas em um sítio na zona rural daquele município.

As investigações começaram após uma série de denúncias anônimas de que um homem estaria comercializando, distribuindo e abastecendo a cidade com entorpecentes. No local indicado, os policiais passaram a monitorar a área e perceberam uma movimentação intensa de pessoas entrando e saindo da residência.

Diante da situação, os policiais civis em companhia da polícia militar local realizaram buscas no interior do imóvel e encontraram 82 petecas de “merla”, cerca de 65 gramas de óxi, além da quantia de R$ 298,00. Três adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos.

Os materiais apreendidos, juntamente com os suspeitos, foram conduzidos e apresentados na unidade de polícia local. Em depoimento à polícia, um dos homens teria afirmado que o destino da droga seria o município de Laranjal do Jari, no estado do Amapá.

Segundo o delegado Edimilson Pereira, os adultos irão responder por tráfico ilícito de drogas com base no artigo 33 e 35 caput da Lei 11.343/2006 e por corrupção de menores. Eles se encontram presos à disposição da Justiça.

Fonte: G1

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EM LARANJAL MOTOQUEIRO MORRE EM UM GRAVE ACIDENTE DE TRÂNSITO

Ocorreu nesta sexta-feira dia 30, por volta das 20h15min, um grave acidente de trânsito envolvendo dois motoqueiros na Avenida Tancredo Neves no bairro Agreste.
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A equipe de Rádio Patrulha do 11° Batalhão comandada pelo Sgt R. Gonçalves, foi acionada pela Central de Operações para atender uma ocorrência de acidente de trânsito. No local do acidente, os policiais foram informados por testemunhas que o jovem Jailsom de Moraes Carvalho de 19 anos, conduzia sua motocicleta em alta velocidade no sentido norte/sul e ao chegar próximo a prefeitura colidiu com outra moto que trafegava no mesmo sentido, o impacto foi tão grande que jogou Jailsom há vários metros de distância que infelizmente morreu na hora. O outro condutor, Diones Nascimento dos Santos de 27 anos, sofreu várias escoriações pelo corpo, mas seu estado clínico é estável.
Segundo informações de populares, Jailsom dirigia sobre efeito de álcool e o veículo pertencia à outra pessoa que lhe havia emprestado.
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